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- 12.1.7.2.1 «Pai nosso, que estás nos céus»
- 12.1.7.2.2 «Santificado seja o teu nome»
- 12.1.7.2.3 «Venha o teu reino»
- 12.1.7.2.4 «Seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu.»
- 12.1.7.2.5 «O pão nosso de cada dia nos dá hoje»
- 12.1.7.2.6 «E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores»
- 12.1.7.2.7 «E não nos induzas à tentação»
- 12.1.7.2.8 «Livra-nos do mal»
- 12.1.7.2.9 «Porque teu é o reino, e o poder, e a glória para sempre.»
- 12.1.7.2.10 «Ámen.»
12.1.7.2.7 «E não nos induzas à tentação»
A prece de não ser induzido à tentação é a forma de os crentes pedirem que Deus os ajude a resistir, com toda a força, ao pecado. Além disso, também é a forma de pedir que as provações na fé não sejam demasiado duras e que sejam poupados de certas tentações de Satanás. No entanto, Deus permite que haja tentação no sentido se ser uma provação, para que o crente tenha oportunidade de vencer essa tentação. Um exemplo da provação na fé é a de Abraão, quando lhe é dito que sacrifique o seu filho Isaac (Gn 22,1-18).
Deus está atento para que a fidelidade a Ele não tenha de ser rompida: «fiel é Deus, que vos não deixará tentar acima do que podeis, antes, com a tentação, dará também o escape, para que a possais suportar» (1Cor 10,13).
O apóstolo Tiago escreveu o seguinte sobre a tentação de cometer um pecado: «Ninguém, sendo tentado, diga: De Deus sou tentado; porque Deus não pode ser tentado pelo mal, e a ninguém tenta. Mas cada um é tentado, quando atraído e engodado pela sua própria concupiscência. Depois, havendo a concupiscência concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, sendo consumado, gera a morte» (Tg 1,13-15). Aqui, fortalece-se a certeza de que o Pai Celestial, que, através do Espírito Santo, conduz à prática das boas obras e nos dá forças para vencer as nossas imperfeições através do corpo e sangue de Jesus, nunca tenta alguém, mas permite provações para fortalecimento na fé.